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Dicas de Leitura |
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Imagens da
Educação do Corpo
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A
problemática que orienta o trabalho de Regina Horta Duarte é o de
considerar os espetáculos teatrais e circenses como manifestações
importantes da vida cultural mineira do século XIX. Avalia a ressonância
desses espetáculos através de notícias e anúncios de jornais, relatos
de viajantes e de memorialistas, leis regulamentadoras dos espetáculos e
de obras teatrais escritas no século XIX, relatórios dos presidentes da
Província e da legislação mineira. Com o auxílio destas fontes analisa
a visão que as cidades e a sociedade mineira teriam do circo. Erminia Silva
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O Fantasma do Circo não é propriamente uma narrativa de memórias, uma biografia, um romance histórico. Ao contrário, reúne todos esses estilos, dispersos em suas páginas, com objetivo de conduzir o leitor, com honestidade, a espiar o que vai pela coxia do circo e a difícil sobrevivência de seus artistas. É instigante acompanhar Tamaoki em sua aventura, uma verdadeira declaração de amor ao circo, com toda a sinceridade e entrega que a arte pede. Valmir Santos
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Regina Horta Duarte
Einthoven,
Belo Horizonte (BH) 2002 Para o historiador, poderia representar um obstáculo o estudo das experiências de homens e mulheres circenses do século XIX e início do XX, que sempre utilizavam (e utilizam) da tradição oral na transmissão de seus saberes e práticas. Entretanto,
para Regina Horta Duarte, mesmo que represente um paradoxo para o historiador,
primeiro que as “experiências circenses construídas a partir de linguagens
não escritas” acabarem sendo pesquisadas em documentos escritos, que não
provinham dos artistas, mas de críticas de jornais, leis e documentos de
autoridades, relatos de memorialistas; e, segundo de que se analise aspectos
do cotidiano circense, no qual a escrita tinha papel secundário, “a partir
do que esses homens escreviam ao se dirigir à população”, é justamente
nessa ambigüidade que “reside a riqueza dos anúncios, para a pesquisa histórica”. É
em torno deste enfrentamento com relação às fontes, da pesquisa histórica
sobre os circenses e da leitura que Regina H. Duarte faz dos anúncios
circenses nos jornais, que transforma as 24 páginas importante referência de
leitura para aqueles que querem se aprofundar na riqueza que é a pesquisa
sobre as atividades circenses, sob o ponto de vista da história. Através de
uma análise das propagandas e cartazes publicados nos jornais mineiros no século
XIX, a autora observa diversas outras linguagens não escritas contidas nos
mesmos, apontando, inclusive, para a contemporaneidade dos circenses na
utilização e apropriação dos novos recursos técnicos de publicidade
jornalística, daquele período.
Erminia
Silva
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José Guilherme Cantor Magnani Editora Hucitec-Unesp Estudo que abordou as várias formas de
lazer, entre elas o circo-teatro como uma forma de entretenimento e
dramaturgia, de longa tradição tanto no interior do Brasil como nos
bairros populares das grandes cidades, com pesquisa realizada na década
de 1980. Procura entender as mudanças e transformações ocorridas no
circo, não somente pelo viés econômico ou pelas influências ditas
nefastas dos meios de comunicação de massa. Interessado, também, em
compreender os valores, modos de pensar e agir da classe
trabalhadora, em particular da periferia dos grandes centros urbanos, o
autor não escolhe a fábrica ou manifestações reivindicativas dessa
população e sim suas formas de entretenimento e lazer.
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Plínio Marcos,
Una Editoria. Um brilharete, uma jóia este conto. Como em muitas das obras do autor, a história se passa num circo - foi no circo que Plínio Marcos iniciou sua carreira como palhaço e ator. No conto, o palhaço Frajola e o eletricista aspirante a mágico Chibah sonham com o sucesso, mas na real, colecionam fracassos. É muito engraçado, mas é também trágico, cruel ao extremo. O final é surpreendente, Plínio Marcos desfecha sua história com a engenhosidade de um truque de mágica. Imperdível. Verônica Tamaoki |
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Salto Mortal BRADLEY, Marion Zimmer
Mario
Santelli e Tommy Zane são trapezistas que se amam, mas amam ainda mais a
tradição que os envolve: o universo circense e o mundo particular das
famílias de trapézios de vôos. E esse conflito permeia toda a história,
passada nas décadas de 1940 e 1950 nos EUA. O que é mais impossível?
Dois homens se amarem ou realizar o triplo salto mortal? Alex Machado |
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O
Circo no Brasil Antonio Torres Editora
Funarte e Atração prod. ilimitadas Apesar das falhas o livro permite ao leitor perceber quão grande e diverso é o Circo Brasileiro
Alice Viveiro de Castro |